Com a compra da ATI pela AMD e o forte investimento da Intel em chips gráficos, os processadores que terão CPU e GPU em um único chip estão cada vez mais perto. É inegável que essa fusão acontecerá mais cedo ou mais tarde. Os principais motivadores para a fusão dessas tecnologias estão na economia de energia e simplificação dos circuitos das placas-mãe.
A NVIDIA, por outro lado, precisa justificar o uso das suas placas gráficas. Para tal, ela está apostando suas fichas na técnica de Ray Tracing feito em hardware. O algoritmo de Ray Tracer não será tratado com detalhes aqui, mas o que basicamente ele faz é percorrer o caminho que os raios de luz fazem por uma cena, gerando imagens bastante realistas. As imagens no topo desse post foram geradas através do uso desse algoritmo.
A técnica de Ray Tracing, no entando, é muito custosa em termos computacionais, o que torna inviável o seu uso para aplicações de tempo real, como os jogos. A aposta da NVIDIA em um Ray Tracer feito em hardware está sendo feita para tentar justificar a venda de suas placas.
Para tal, a empresa desenvolveu o OptiX, uma engine de traçado de raios de propósito geral. O OptiX é um sistema programável que faz uso das arquiteturas altamente paralelas das GPU’s (para mais detalhes leia NVIDIA CUDA – Unidades Gráficas de Propósito Geral).
O OptiX faz parte de uma série de SDK‘s da NVIDIA que tem por objetivo abstrair alguns conceitos da programação de GPU’s. Fazem parte desses SDK’s o PhysX (para mais detalhes leia O que é NVIDIA PhysX), o SceniX, que é uma engine de gerenciamento de cenas e o CompleX que tem por objetivo fazer uso de mais de uma GPU para processamento de cenas.


“Psicologia, o estudo da letra psi.”

